sábado, 11 de outubro de 2008

Esta crise que não passa...

... mas que vai ter que passar.
Estamos no meio de uma enorme crise. A mais grave dos últimos anos. 20 Acho eu.
E se chegámos aqui, a verdade é que não se sabe para onde vamos. Faz sentido sentirmos medo. Nós o povo depressivo da Europa. Nós os consumidores de medicação para a ansiedade, depressão, etc. Nós que estamos em primeiro lugar de todas as estatísticas piores. Enfim. Mas o incrível é que nós nos estamos a aguentar. Eu acredito que sendo um pequeno país, esta crise financeira terá menores repercussões. Por isso vamos ter calma. O momento é de pânico sim senhor, mas nem para todos. O comum dos mortais, não deve recear perder as suas economias. Este pânico generalisado, deve abranger mais os grandes investidores. Aqueles que tendo titulos de investimento, com grande investimentos. É disso que se trata. O nosso país já afirmou que as poupanças estão salvaguardadas. Por isso calma. Não vamos criar uma situação gigantesca e desproporcionada, tirando todo o nosso capital do banco e descapitalizando os bancos. Isso sim seria CATASTRÓFICO. Vamos ser optimistas. Embora o momento não seja para grandes nem pequenas ilusões. O preço das matérias primas essenciais teve o seu ponto máximo em março deste ano- acho eu, mas neste momento caiu quase para metade, contudo no consumidor final, essa descida não se reflectiu. O preço do pretóleo está sempre a cair, mas no preço do consumidor não se verifica(http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id= 335252) . As taxas de juro do banco central europeu estão a 4,25% (os bancos pagam esta taxa de juro ao BCE), nós pagamos a 5,17% (aos nossos bancos). Isto porque os bancos estão a manter o dinheiro cativo neles próprios e não emprestando a outros bancos, o que faz com que auto-finaciem com o dinheiro que resulta da diferença entre as taxas. OU seja. É tudo nós. Mas há que salientar, que esta não é uma situação vivida só por Portugal. É uma situação em larga escala. O que já fez originar, a possibilidade de o BCE, criar um Decreto Lei, com a intenção de manter taxas fixas (por ex na euribor), fixando estas às verdadeiras % da taxa de referência. Esta situação é única. É dificil de concretizar, mas pode acontecer a qualquer momento. Isto porque o BCE tem duas "obrigações" uma controlar a taxa de juro (que tenta através da subida constante das taxas de juro) e outra é de criar economia (o que não tem acontecido, porque tem sido preterido, pela inflação). É por todas estas situações, ditas de emergência, que estão a obrigar a grandes e dificei soluções, que eu acredito, que apesar de a crise estar aí e até poder demorar a ser controlada, que a mesma irá aos poucos desaparecer, porque neste momento estão todos atentos, a...



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