Fui à consulta, para saber informações sobre o episódio de Dezembro. Parece que ficou tudo bem desta vez. FArei novas análises e depois passarei a ter alta.
Depois passei pelo gabinete de utente e fiz a reclamação contra a equipa de enfermagem de Cirurgia geral e pedi que as mesmas tivessem formação continua em Humanização de serviços e referi que eram poucas enfermeiras para o tipo de situação e cuidados. O mesmo também a nível das auxiliares.
Agradeci à Médica que me fez o internamente e depois aos médicos, que após aquele confronto, resolveram a bem a minha situação clinca.
Referi o excelente trabalho realizado pela minha médica de infertlidade (anos 95 a 98), - despois passei para HSM - e à médica que me acompanhou a gravidez (2005), assim como aquela que me fez a cesariana (2005)- neste mesmo hospital. Há muito que o queria ter feito, mas como acreditava que tinha todo o tempo do mundo fui adiando. Agora satisfiz esta minha vontade.
A Mel tem andado muito bem, mas de segunda para terça fez uma reacção alimentar a um alimento que ainda não identificámos: amendoim, chocolate ou ameijoas??
Quando ontem fui à médica mostrar as borbulhas, a médica mostrou-se agradavelmente surpresa pelo vocabulário e pela destreza com que fala.
"Bem Melina tu és uma fala barato muito bem explicada..."
Depois olhou para mim, e eu nada disse. Apenas sorri. LOL
O que interessa é que haja saúde. Muita saúde.
Bj.
sábado, 31 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Adeus Sérgio
Adeus Sérgio.
Ainda nem me refiz.
Apenas me pergunto, porquê? Durante os 3 anos que te lidei, eras um jovem agradável, simpático e meigo. Nunca por nunca te imaginei neste desfecho. Perdida em mim, continuará a memória de um jovem sorridente, para o qual a vida era pequena demais.
GNR de Faro mata-se à hora do funeral de militar amiga
JOSÉ MANUEL OLIVEIRA
Olhão. Cabo de 29 anos pôs termo à vida com a arma de serviço
Dois suicídios na Guarda em três dias. Militares eram conterrâneos
Um cabo da GNR de Faro, Sérgio Cananão, de 29 anos, suicidou-se ontem com um tiro na cabeça, utilizando a arma de serviço, com calibre de 7.65 mm. O acto foi cometido na cidade do Olhão, junto ao carro da mãe da vítima, a cerca de dois quilómetros da casa onde vivia.
É o segundo suicídio na GNR registado este ano em apenas três dias. Na segunda-feira, uma militar de 30 anos, com o posto de soldado, também pôs termo à vida com a arma de serviço, na localidade de Alcáçovas (Viana do Alentejo), onde nasceu e trabalhava, integrada no Núcleo de Apoio à Vítima.
Segundo apurou o DN, Sérgio Cananão, que vivia há cerca de um ano com uma enfermeira, em Olhão, suicidou-se por volta das 11.00, após ter saído de serviço. À mesma hora, decorria o funeral da colega e conterrânea. O soldado ingressou na GNR em 2002, e após ter prestado serviço em Évora foi transferido para Faro.
"Era muito sociável, não se lhe conheciam problemas pessoais, familiares nem económicos, e ambicionava progredir na carreira num grau de especialidade ao nível da investigação criminal", contaram ao DN vários companheiros daquele militar. Já outros colegas consideraram "estranho" o facto de se terem suicidado dois elementos da GNR naturais da mesma localidade, admitindo por isso que o sucedido com Sérgio Cananão possa estar relacionado com a sua conterrânea, de quem era amigo.
O "excesso de carga horária" também terá contribuído para aquele desfecho, acrescentaram outros agentes, lembrando as queixas da vítima sobre a dificuldade de se deslocar à terra-natal, onde vivem os pais.
"Falta apoio psicológico na GNR. Existem apenas dois ou três especialistas nesta área", denunciaram. Em 2008 suicidaram-se onze militares da GNR, mais três do que em 2007.
Já o presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda, José Alho, disse ao DN recear que ocorram mais suicídios, sobretudo devido à recente restruturação na Guarda, com "transferências de pessoal e excesso de carga horária", a que se juntam "problemas pessoais e dificuldades financeiras de quem vive longe da família".
Por isso, "é preciso haver muito mais humanidade por parte dos responsáveis", apelou.
url("http://dn.sapo.pt/2009/01/08/cidades/gnr_faro_matase_a_hora_funeral_milit.html")
Paz no teu eterno descanso.
Ainda nem me refiz.
Apenas me pergunto, porquê? Durante os 3 anos que te lidei, eras um jovem agradável, simpático e meigo. Nunca por nunca te imaginei neste desfecho. Perdida em mim, continuará a memória de um jovem sorridente, para o qual a vida era pequena demais.
GNR de Faro mata-se à hora do funeral de militar amiga
JOSÉ MANUEL OLIVEIRA
Olhão. Cabo de 29 anos pôs termo à vida com a arma de serviço
Dois suicídios na Guarda em três dias. Militares eram conterrâneos
Um cabo da GNR de Faro, Sérgio Cananão, de 29 anos, suicidou-se ontem com um tiro na cabeça, utilizando a arma de serviço, com calibre de 7.65 mm. O acto foi cometido na cidade do Olhão, junto ao carro da mãe da vítima, a cerca de dois quilómetros da casa onde vivia.
É o segundo suicídio na GNR registado este ano em apenas três dias. Na segunda-feira, uma militar de 30 anos, com o posto de soldado, também pôs termo à vida com a arma de serviço, na localidade de Alcáçovas (Viana do Alentejo), onde nasceu e trabalhava, integrada no Núcleo de Apoio à Vítima.
Segundo apurou o DN, Sérgio Cananão, que vivia há cerca de um ano com uma enfermeira, em Olhão, suicidou-se por volta das 11.00, após ter saído de serviço. À mesma hora, decorria o funeral da colega e conterrânea. O soldado ingressou na GNR em 2002, e após ter prestado serviço em Évora foi transferido para Faro.
"Era muito sociável, não se lhe conheciam problemas pessoais, familiares nem económicos, e ambicionava progredir na carreira num grau de especialidade ao nível da investigação criminal", contaram ao DN vários companheiros daquele militar. Já outros colegas consideraram "estranho" o facto de se terem suicidado dois elementos da GNR naturais da mesma localidade, admitindo por isso que o sucedido com Sérgio Cananão possa estar relacionado com a sua conterrânea, de quem era amigo.
O "excesso de carga horária" também terá contribuído para aquele desfecho, acrescentaram outros agentes, lembrando as queixas da vítima sobre a dificuldade de se deslocar à terra-natal, onde vivem os pais.
"Falta apoio psicológico na GNR. Existem apenas dois ou três especialistas nesta área", denunciaram. Em 2008 suicidaram-se onze militares da GNR, mais três do que em 2007.
Já o presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda, José Alho, disse ao DN recear que ocorram mais suicídios, sobretudo devido à recente restruturação na Guarda, com "transferências de pessoal e excesso de carga horária", a que se juntam "problemas pessoais e dificuldades financeiras de quem vive longe da família".
Por isso, "é preciso haver muito mais humanidade por parte dos responsáveis", apelou.
url("http://dn.sapo.pt/2009/01/08/cidades/gnr_faro_matase_a_hora_funeral_milit.html")
Paz no teu eterno descanso.
Final do Ano
Finalizei o ano, da melhor maneira.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
Final do Ano
Finalizei o ano, da melhor maneira.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Já BASTA sim???
Estou mesmo a passar-me com isto tudo!
Parece um complot contra mim... Não, não acredito muito nisso. Mas que parece, parece.
Há cerca de 4/5 semanas atrás, andei doentissíma, pensava eu ser do sistema nervoso, quando depois de fazer o Exame de CA II e ter reprovado, pois claro, descobri que tinha sido um virus.
Depois foi mais semana com perda de aulas, devido a eu própria ter transmitido o dito à Mel.
Depois na outra semana foi a vez do morzão ser operado e perdi mais uma semana de aulas e mais um exame.
Agora foi a Mel que ficou doente novamente, perdi mais uma semana de aulas, mais um teste e tenho um trabalho que não sei se conseguirei fazer, pois não sei se poderei ir ter com o meu grupo de trabalho, uma vez que o meu sobrinho, que adoeceu ontem com o dito, foi para casa da minha mãe, onde eu ia deixar a Mel, para poder fazer o tal trabalho. Contudo deixar a Mel, juntamente com o primo, não me parece, porque tenho receio que ela fique novamente doente. E de doenças já lhe chegam!!!! Sei que pode apanhar este problema em qualquer sitio, e não é essa a questão. O médico é que me pediu, que evitasse mais contágios e resguardasse a menina.
COM ISTO TUDO...
Tenho passado o semestre entre hospitais, com a familia doente (e isso sim é que me preocupa mesmo muito), pedidos de desculpa aos professores, pedidos de cópias das aulas às colegas (que já nem devem acreditar me tanta desculpa junta...)!!
POR ISSO...
Já CHEGA.
Quero poder terminar o meu curso. Estou farta e cansada de andar de noite (quando posso) a fazer tantos sacríficios, para depois ser impedida de realizar e obter resultados.
Quero ter tempo, disponibilidade para alançar o sucesso nas disciplinas, atingir o objectivo a que me propus e acima de tudo muita saúde para minha família e para mim própria.
Haja alegria :)
Parece um complot contra mim... Não, não acredito muito nisso. Mas que parece, parece.
Há cerca de 4/5 semanas atrás, andei doentissíma, pensava eu ser do sistema nervoso, quando depois de fazer o Exame de CA II e ter reprovado, pois claro, descobri que tinha sido um virus.
Depois foi mais semana com perda de aulas, devido a eu própria ter transmitido o dito à Mel.
Depois na outra semana foi a vez do morzão ser operado e perdi mais uma semana de aulas e mais um exame.
Agora foi a Mel que ficou doente novamente, perdi mais uma semana de aulas, mais um teste e tenho um trabalho que não sei se conseguirei fazer, pois não sei se poderei ir ter com o meu grupo de trabalho, uma vez que o meu sobrinho, que adoeceu ontem com o dito, foi para casa da minha mãe, onde eu ia deixar a Mel, para poder fazer o tal trabalho. Contudo deixar a Mel, juntamente com o primo, não me parece, porque tenho receio que ela fique novamente doente. E de doenças já lhe chegam!!!! Sei que pode apanhar este problema em qualquer sitio, e não é essa a questão. O médico é que me pediu, que evitasse mais contágios e resguardasse a menina.
COM ISTO TUDO...
Tenho passado o semestre entre hospitais, com a familia doente (e isso sim é que me preocupa mesmo muito), pedidos de desculpa aos professores, pedidos de cópias das aulas às colegas (que já nem devem acreditar me tanta desculpa junta...)!!
POR ISSO...
Já CHEGA.
Quero poder terminar o meu curso. Estou farta e cansada de andar de noite (quando posso) a fazer tantos sacríficios, para depois ser impedida de realizar e obter resultados.
Quero ter tempo, disponibilidade para alançar o sucesso nas disciplinas, atingir o objectivo a que me propus e acima de tudo muita saúde para minha família e para mim própria.
Haja alegria :)
domingo, 16 de novembro de 2008
Resgate de mim.
Nestes últimos tempos dei por mim a perguntar-me:
Hey... onde andas? Como ficáste assim? Amorfa, ostrizada, silênciosamente despida de ti?
E heis que me encontro numa qualquer frase escrita aqui do meu livro da vida, transformada em recordações. A jovem destemida. A jovem fortelecida. A mulher exigente. A mulher que ...
Depois veio este silêncio. Este deixar que a vida percorra a estrada da minha vida, por mim, que me limito tão só a segui-la. Já não respondo a provocações. Já nem incomodo com piadas sobre mim. Já...
Será a maturidade da idade que avança e me cobre, despindo-me de sentimentos desnecessários? Ou será apenas, cansaço de lutar constantemente sobre um mundo, que aos poucos me aprisionou?
Será que já nada preciso de provar, porque a mim própria já tudo provei? Ou será porque, estou imensamente cansada e já não desejo responder?
E afinal porque insistimos em nos magoar mutuamente, seja por silêncios, seja por meias palavras, ou por palavras inteiras? Seja por risos, ou sorrisos? Ou serão lágrimas? Não sei. O ser humano, tem esta imensidão de sentimentos. Passamos por tantas transformações. Absorvemos tantos valores. E depois mesclados no nosso ser, ficam emoções nem que sempre se vivem da melhor forma. E há o afastamento. Umas vezes por desinterese. Outras por mágoa, outras por inveja?! se é que este sentimento existe na realidade. Não me identifico muito com ele, e nas minhas amizades também não o sinto vivido. Por isso fiquemos talvez pela essência da vida. Afastamo-nos, porque sim. Porque vivemos vidas próprias com ritmos diferentes. Sentimos necessidades iguais em períodos distintos. E contudo, estamos sempre presentes quando precisamos e precisam de nós. Mas é isso a essencia da verdadeira amizade?
E eu? Onde estou eu? Os meus pedacinhos?
Hoje decidi fazer o resgate de mim. E apercebi-me que ao contrário do que acontecia anteriormente, dou comigo muito mais exigente em relação aos outros e aos seus sentimentos por mim. Apercebi-me que não tenho o dever só de dar, mas também o direito de receber. E acima de tudo, limito-me à minha sinceridade mais sincera. E falo. E exponho. E reclamo. E enfrento. Como outrora o fizera. Sim. Sempre fui directa e ferozmente verdadeira. Até demais. Hoje consigo, penso eu, conciliar estes dois mundos.
Queres de mim? Dá-me também. Não... não. Nada de confusões. Não falo no plano material. Mas no outro transcendente. Naquele carinho sincero. Naquele gesto amigo.
Eu estou aqui. Nem sempre estive aí. Mas hoje... HOJE estou aqui. Para quem me quiser ouvir, para quem me quiser falar. Mas nunca para quem me quiser magoar.
Enfretamos as lides com respeito. Sejamos sinceros. Para quê usar palavras falsas, quando o quotidiano a nós nos mostra a verdadeira essencia de nós?
Mentir? Provocar? Aldrabar??
Para quê? Qual a necessidade de...??
Ontem fui para a Escola Superior a fazer um trabalho em grupo. Inevitavelmente, extrapolámos para outros assuntos. O que fazer quando nos desejam mal? Costuma-se dizer que não acreditamos nelas, mas que las há, las há. Eu dizia... "disparate... quem é que tem interesse em nos desejar mal?"
"Tantas pessoas, diziam elas. " no gozo comigo. :)
"Acham?? Mas isso está resolvido. Quem nos deseja mal, também não deve ter muito interesse, porque depois tudo isso se inverte."
"Como assim?"
"Então segundo esta lógica, desejam-nos mal. A vida começa-nos a correr mal e pronto. Mas quando se deseja mal é porque estamos com sentimentos negativos não é verdade? Então... essa carga negativa também envolve a pessoa que a sente... Por isso a meu ver não tem lógica. Inveja, e desejar mal..."
"Pois, mas..." E lá continuaram...
"Olha sabem que mais, têm que ler aquele livro "O segredo". Eu já o li. E aprendi que ninguém deve desejar mal, ou qualquer outra coisa... mas para compreenderem melhor, leiam o livro :)"
E lá foram as colegas com essa na manga.
Agora sinceramente: desejar mal? inveja?? Não sinto isso nos outros em relação a mim. Nem eu em relação aos outros. Temos por vezes momentos de fraqueza em que eventualmente isso até pode passar nos nossos pensamentos. Mas como já aprendi, recupero depressa a minha forma de estar: quero ser feliz e vou ser feliz. Desejo tudo de bom para mim e para todos os que me rodeiam. Por isso escrevo o que vivo, vivo o que escrevo. Falo o que sinto, sinto o que falo. As minhas palavras a mim pertencem. A minha vida, sou eu que a vivo. As minhas mentiras serei eu que as sinto. Por isso me pergunto, vale a pena mentir? NÃO.
Sinto-me liberta finalmente, porque de mim me livrei. Sinto que posso voar e alcançar o sol, ou apenas o seu raio.
Hoje estou aqui. Sim aqui. Fazendo, alcançando e resgantando-me mim.
Hey... onde andas? Como ficáste assim? Amorfa, ostrizada, silênciosamente despida de ti?
E heis que me encontro numa qualquer frase escrita aqui do meu livro da vida, transformada em recordações. A jovem destemida. A jovem fortelecida. A mulher exigente. A mulher que ...
Depois veio este silêncio. Este deixar que a vida percorra a estrada da minha vida, por mim, que me limito tão só a segui-la. Já não respondo a provocações. Já nem incomodo com piadas sobre mim. Já...
Será a maturidade da idade que avança e me cobre, despindo-me de sentimentos desnecessários? Ou será apenas, cansaço de lutar constantemente sobre um mundo, que aos poucos me aprisionou?
Será que já nada preciso de provar, porque a mim própria já tudo provei? Ou será porque, estou imensamente cansada e já não desejo responder?
E afinal porque insistimos em nos magoar mutuamente, seja por silêncios, seja por meias palavras, ou por palavras inteiras? Seja por risos, ou sorrisos? Ou serão lágrimas? Não sei. O ser humano, tem esta imensidão de sentimentos. Passamos por tantas transformações. Absorvemos tantos valores. E depois mesclados no nosso ser, ficam emoções nem que sempre se vivem da melhor forma. E há o afastamento. Umas vezes por desinterese. Outras por mágoa, outras por inveja?! se é que este sentimento existe na realidade. Não me identifico muito com ele, e nas minhas amizades também não o sinto vivido. Por isso fiquemos talvez pela essência da vida. Afastamo-nos, porque sim. Porque vivemos vidas próprias com ritmos diferentes. Sentimos necessidades iguais em períodos distintos. E contudo, estamos sempre presentes quando precisamos e precisam de nós. Mas é isso a essencia da verdadeira amizade?
E eu? Onde estou eu? Os meus pedacinhos?
Hoje decidi fazer o resgate de mim. E apercebi-me que ao contrário do que acontecia anteriormente, dou comigo muito mais exigente em relação aos outros e aos seus sentimentos por mim. Apercebi-me que não tenho o dever só de dar, mas também o direito de receber. E acima de tudo, limito-me à minha sinceridade mais sincera. E falo. E exponho. E reclamo. E enfrento. Como outrora o fizera. Sim. Sempre fui directa e ferozmente verdadeira. Até demais. Hoje consigo, penso eu, conciliar estes dois mundos.
Queres de mim? Dá-me também. Não... não. Nada de confusões. Não falo no plano material. Mas no outro transcendente. Naquele carinho sincero. Naquele gesto amigo.
Eu estou aqui. Nem sempre estive aí. Mas hoje... HOJE estou aqui. Para quem me quiser ouvir, para quem me quiser falar. Mas nunca para quem me quiser magoar.
Enfretamos as lides com respeito. Sejamos sinceros. Para quê usar palavras falsas, quando o quotidiano a nós nos mostra a verdadeira essencia de nós?
Mentir? Provocar? Aldrabar??
Para quê? Qual a necessidade de...??
Ontem fui para a Escola Superior a fazer um trabalho em grupo. Inevitavelmente, extrapolámos para outros assuntos. O que fazer quando nos desejam mal? Costuma-se dizer que não acreditamos nelas, mas que las há, las há. Eu dizia... "disparate... quem é que tem interesse em nos desejar mal?"
"Tantas pessoas, diziam elas. " no gozo comigo. :)
"Acham?? Mas isso está resolvido. Quem nos deseja mal, também não deve ter muito interesse, porque depois tudo isso se inverte."
"Como assim?"
"Então segundo esta lógica, desejam-nos mal. A vida começa-nos a correr mal e pronto. Mas quando se deseja mal é porque estamos com sentimentos negativos não é verdade? Então... essa carga negativa também envolve a pessoa que a sente... Por isso a meu ver não tem lógica. Inveja, e desejar mal..."
"Pois, mas..." E lá continuaram...
"Olha sabem que mais, têm que ler aquele livro "O segredo". Eu já o li. E aprendi que ninguém deve desejar mal, ou qualquer outra coisa... mas para compreenderem melhor, leiam o livro :)"
E lá foram as colegas com essa na manga.
Agora sinceramente: desejar mal? inveja?? Não sinto isso nos outros em relação a mim. Nem eu em relação aos outros. Temos por vezes momentos de fraqueza em que eventualmente isso até pode passar nos nossos pensamentos. Mas como já aprendi, recupero depressa a minha forma de estar: quero ser feliz e vou ser feliz. Desejo tudo de bom para mim e para todos os que me rodeiam. Por isso escrevo o que vivo, vivo o que escrevo. Falo o que sinto, sinto o que falo. As minhas palavras a mim pertencem. A minha vida, sou eu que a vivo. As minhas mentiras serei eu que as sinto. Por isso me pergunto, vale a pena mentir? NÃO.
Sinto-me liberta finalmente, porque de mim me livrei. Sinto que posso voar e alcançar o sol, ou apenas o seu raio.
Hoje estou aqui. Sim aqui. Fazendo, alcançando e resgantando-me mim.
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