Da minha principalmente.
Que fique só isto registado.
sábado, 23 de maio de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Noticias
Temos andado por aqui. Uns dias com primavera, outros mais a saber a outono.
Neste período de tempo, engoli UM SAPÃO. :( não vou especificar aqui o assunto, mas quero deixar aqui o apontamento do quanto me desiludi e do quanto já chorei, com este assunto. Para mim tem neste momento um ponto final e um paragrafo.
De resto a Melzita tem brincado. Tem-se desforrado com a companhia da prima.
:)
Haja alegria simpatia.
E muitaaaaaaaaaaaaa saúde aqui para a famelga. Bem isto é para todos.
Ah e boa disposição também. LOL.
Bjco
Neste período de tempo, engoli UM SAPÃO. :( não vou especificar aqui o assunto, mas quero deixar aqui o apontamento do quanto me desiludi e do quanto já chorei, com este assunto. Para mim tem neste momento um ponto final e um paragrafo.
De resto a Melzita tem brincado. Tem-se desforrado com a companhia da prima.
:)
Haja alegria simpatia.
E muitaaaaaaaaaaaaa saúde aqui para a famelga. Bem isto é para todos.
Ah e boa disposição também. LOL.
Bjco
quarta-feira, 25 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Por aqui
Confirma-se que este semestre é realmente à minha imagem.
:) Finalmente uma matéria que até nem domino mas que amo muito. Isto em quase todas as cadeiras.
Quanto à minha Melguinha, acha paciência para a energia em pessoa. Adoro-a cada vez mais.
De manhã temos ido a um parque relativamente perto da nossa casa. depois almoçamos e a mamã vêm para a escola (quando não se balda) e ela vai para a avózinha.
Bj
:) Finalmente uma matéria que até nem domino mas que amo muito. Isto em quase todas as cadeiras.
Quanto à minha Melguinha, acha paciência para a energia em pessoa. Adoro-a cada vez mais.
De manhã temos ido a um parque relativamente perto da nossa casa. depois almoçamos e a mamã vêm para a escola (quando não se balda) e ela vai para a avózinha.
Bj
domingo, 8 de março de 2009
Melguinha

A minha Melguinha é mesmo muito irrequieta.
Tivémos na noite de sexta para sábado a presença do pai. Estávamos todos contentes porque iriamos ter o papá só para nós mais uma noite. Estava tudo a correr muito bem, quando eu me levanto da cadeira, para ir ver o Euromilhões e sinto a cadeira a deslizar atrás de mim. Que susto. É que a minha macaquinha, estava atrás de mim pendurada na cadeira e eu não a senti. Quando me leventei a cadeira caiu com ela, e ela além de levar com a cadeira, também bateu com a cabeça no chão e no móvel. Escusado será dizer que foi um susto muito grande. Ela já não conseguiu acabar o jantar e eu também não. E depois passou a noite a chatear-me. Mas apesar do aparato as coisas resolveram-se muito bem.
Ao menino e ao borracho, mete Deus a mão por baixo.E é isso que eu desejo, muita saúde, muita protecção e muita segurança aqui para a minha Mel.
Ontem fomos para o parque e depois ela foi brincar para a casa do Alex, com a Telmita. Adoraram. Depois fo rambóia aqui em casa até à meia noite. Hoje dormiu a noite toda graças a Deus. LOL.
Hoje é o aniversário do meu D.
Bjos.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Parabéns para mim
:)
Das 4 disciplinas deste semestre passei a 3 e tive num trabalho (não na disciplina que baixou drasticamente) 17.55 valores.
Bj
Das 4 disciplinas deste semestre passei a 3 e tive num trabalho (não na disciplina que baixou drasticamente) 17.55 valores.
Bj
quinta-feira, 5 de março de 2009
Estes dias.
Durante este período em que estou a frequentar o curso, tenho-me privado de tanta coisa!
Adoro ler e ... não tenho lido.
Adoro passear com a Mel... tenho saído muito pouco em especial na época de avaliações.
Adoro ter tempo... e não tenho tido muito.
Contudo sinto que este semestre irá ser muito mais organizado. Muito mais proveitoso. Acabei de ler o programa de algumas das disciplinas e tenho pelo menos duas que se idêntificam comigo na perfeição, uma vez que são de Gestão. Apesar do meu curso ser de contabilidade eu gosto muito mais de Gestão, mas prefiro exercícios mais práticos do que teóricos ou então de análise.
Portanto para este semestre desejo:
Disponibilidade,
Organização,
Concretização de Objectivos,
Sucesso nas avaliações.
E muitos passeios em família.
MAS acima de tudo muita, muita saúde.
Adoro ler e ... não tenho lido.
Adoro passear com a Mel... tenho saído muito pouco em especial na época de avaliações.
Adoro ter tempo... e não tenho tido muito.
Não tenho tempo para dedicar a tempo inteiro ao estudo e não tenho tempo para me dedicar à Melguinha, e não tenho tido tempo para me dedicar à minha casa, como gostaría.
Contudo sinto que este semestre irá ser muito mais organizado. Muito mais proveitoso. Acabei de ler o programa de algumas das disciplinas e tenho pelo menos duas que se idêntificam comigo na perfeição, uma vez que são de Gestão. Apesar do meu curso ser de contabilidade eu gosto muito mais de Gestão, mas prefiro exercícios mais práticos do que teóricos ou então de análise.
Portanto para este semestre desejo:
Disponibilidade,
Organização,
Concretização de Objectivos,
Sucesso nas avaliações.
E muitos passeios em família.
MAS acima de tudo muita, muita saúde.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Noites sem dormir.
Nós por cá temos passado as noites sem dormir. O que eu acreditava ser uma crise de rinite era na verdade, uma constipação, que depressa passou. Contudo como fica com o nariz muito entupido e não cnsegue respirar bem, a princesa andou 3 semanas com o nariz congestionado e três semana sem dormir e eu ando ligada a elásticos. Mesmo com muito sono. Agora neste semana tem dormido francamente melhor e até já dorme sestas.
Descobriu no entanto através da Telminha (que é a amiguinha dela, que tem 4 anos, que se pode escrever as letras) e passa o tempo a perguntar-me: mãe que letra é esta? Como se escreve M de Melina? A Telma já escrever muitas letras e vai-lhe mostrando e dizendo. Isso faz com que ela desperta para este lado. Depois finge ler os livros. Muito compenetrada em si própria. LOL
Da outra vez leu no livro do Harry dos Dinaussauros o X o 123, não sei se acertou ou se sabe mesmo o que diz. Bem o X acerta mesmo, mas tb é relativamente facil.
Bom parece que iniciámos uma nova fase. A fase das letras e dos números.
Quanto a mim, estou com 7 disciplinas este semestre 6 para fazer agora e uma em Setembro. Acredito fortemente que vou conseguir superar mais esta fase também.
Haja saúde e muita alegria.
Bjs.
Descobriu no entanto através da Telminha (que é a amiguinha dela, que tem 4 anos, que se pode escrever as letras) e passa o tempo a perguntar-me: mãe que letra é esta? Como se escreve M de Melina? A Telma já escrever muitas letras e vai-lhe mostrando e dizendo. Isso faz com que ela desperta para este lado. Depois finge ler os livros. Muito compenetrada em si própria. LOL
Da outra vez leu no livro do Harry dos Dinaussauros o X o 123, não sei se acertou ou se sabe mesmo o que diz. Bem o X acerta mesmo, mas tb é relativamente facil.
Bom parece que iniciámos uma nova fase. A fase das letras e dos números.
Quanto a mim, estou com 7 disciplinas este semestre 6 para fazer agora e uma em Setembro. Acredito fortemente que vou conseguir superar mais esta fase também.
Haja saúde e muita alegria.
Bjs.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Olecas... que se passa?
O meu percurso escolar foi complicado.
Aos 4 anos tive que ir para a pré-primária porque segundo o médico necessitava de estar com outras crianças. Lá aprendi as letras e os números. Quando fui para a Primária já sabia ler, escrever e contar. Aprendi com a D. Mariana e o Sr. David. (já falecidos). O problema veio com a primária. A minha professora chamava-se D. Adelaide. E era má. Muito má. Batia-me tanto. Quando iam lá pessoas importantes, e ela queria mostrar que os alunos já sabiam ler, eu nunca podia. Porque EU já tinha entrado a saber Ler. Dava-me réguadas, puxões de cabelos e de orelhas e estaladas. A ponto de a minha mãe e a minha avó irem lá falar com ela várias vezes. Eu comecei a rejeitar a escola e a dizer que me matava, quando a minha mãe me obrigava a ir. Mas digamos em bom termo, que eu era de facto muito irrqueita. Passava o tempo a falar e a brincar com a minha amiga Luísa (fabixa)... ih ih ih. E ela também apanhava claro. Erámos a dor de cabeça da sala de aulas. Como naquele tempo era permitido aos professores bater nos alunos, era assim que a professora me tentava controlar. Mas eu comecei a insistir que iria deixar de respirar, para morrer e assim deixar de ir às aulas e a minha mãe, resolveu levar-me ao pediatra, que me receitou umas gotas calmantes. Assim aos sete/ oito anos comecei com os benditos calmantes. Contudo as coisas não se resolveram assim. Eu acho que a professora me achou insuportável e resolveu chumbar-me. A minha mãe farta da situação, foi ter com a Directora da escola, a qual observou o meu percurso escolar e ditou que eu transitasse de ano. Quando soube da história toda, mudou-me de professora e eu passei para a 3ª classe com a professora Maria do Céu. E que Céu. Agora que penso nisso, ela era de facto o Céu. Adorei-a. Nunca mais tive problemas deste tipo. Ela deu-me uma fotografia, em que ela estava com um cãozinho castanho. Ainda hoje tenho essa foto. Mas agora que penso nisso tenho que ir procurá-la porque não sei dela.
Bem, mas em relação à Professora Adelaide, eu nunca mais lhe falei. E passava por ela diariamente, mesmo já depois de adulta. Aqui há tempos atrás, a minha mãe disse-me que ela andava à minha procura. E eu disse-lhe logo que não queria conversa com essa Senhora. E por isso nunca a vi. Até hoje...
Hoje foi o funeral da patroa velhinha da minha mãe (A minha mãe começou a trabalhar as manhãs em Janeiro deste ano). E eu fui com a minha mãe, para que ela pudesse ter transporte, pois já se sabe que nestas situações, as pessoas de família não têem muitas condições para pensar em transportes e muito mais. Assim lá fui com a Mel e a avó. Enquanto a minha mãe esteve na missa de corpo presente eu e a Mel fomos ao parque, depois fomos passear e ainda comemos um bolinho as duas. Sim já me aventuro a comer um bolinho. Soube tão bem! Passei de 65 kg para 59 kg - Estou no point!!! E mais importante, sem dores. Bem mas voltando ao assunto, que me trouxe aqui. A Professora Adelaide estava lá no funeral. Eu fiquei à porta do cemitério com a Mel. Quando estavam a sair, a professora olhou para a minha mãe, voltou para trás e perguntou:
- Dona H. ela é que é a Fatinha?
- Sim ela é que é a sua aluna.
- E já tens uma menina?
- Sim e é reguila como eu.
- Tu eras mesmo muito reguila. Não querias aprender a tabuada.
E começamos a falar do meu curso, e do meu percurso. Ela falou dos filhos, da crise económica e disse que estava feliz por me ver assim. Depois acrescentou:
- Sabes, tive que ser assim para ti. Não tinha alternativa. Tu eras rebelde, e tinhas que aprender a matéria. - E ao dizer isto, os olhos ficaram vermelhos, cheios de lágrimas. - Ficaram muito chateadas comigo na altura não foi? (Falamos de há 32 anos atrás!!!!).
- Sim. - Disse a minha mãe. - Ela levou muita tareia.
Eu apenas murmeiro um simples. - Já passou.
Também me comoveu vê-la assim. E toda a raiva ou qualquer outro sentimento que ainda pudesse existir, desapareceu naquele momento. 32 anos depois!!!!!!!!!! E ela andou à minha procura. Tería remorsos? Como é que eu fiquei assim na cabeça dela? Como é que ela ainda se recordava de mim? Porquê? Fui um assunto mal resolvido na sua vida? Bem mais uma ponta do fio que se foi. Pergunto-me porque motivo tenho eu agora estas situações na minha vida. Acho que não tenho mais nenhum assunto mal resolvido neste momento.
Engraçado, porque no caminho a minha mãe disse-me:
- Como estás de exames?
Expliquei-lhe. E ela respondeu:
- Não tens muito tempo, para estudar pois não?
- Não.
- E eu sou uma mãe preguiçosa para ti e para as tuas irmãs. Não as ajudo lá em casa. Nunca as ajudo.
O meu coração deu um baque.
- Ajuda. Ajuda com a Mel. Porque se a mãe não ficasse com ela, como é que eu estudava? Por isso a seu jeito ajuda e muito.
- Sim mas podia ajudar mais. Se não fosse preguiçosa. Ajudaria muito mais.
- Ah esqueça isso. Se estou a conseguir tirar o curso é graças a si e ao pai e ao L. claro. E agradeço por isso.
- Sabes de uma coisa?
- O quê?
- Só peço a Deus que te dê saúde, porque tu tens sido muito sacrificada e espero que a partir de agora consigas fazer tudo o que queres e com muita saúde.
( O meu coração chorou em silêncio. Que lindas palavras. Obrigado mãe. Obrigado vida. Estes momentos de hoje foram de facto interessantes. Não digo que tenha sido coincidência, porque sei que não foi. Por isso... OBRIGADO VIDA.)
Aos 4 anos tive que ir para a pré-primária porque segundo o médico necessitava de estar com outras crianças. Lá aprendi as letras e os números. Quando fui para a Primária já sabia ler, escrever e contar. Aprendi com a D. Mariana e o Sr. David. (já falecidos). O problema veio com a primária. A minha professora chamava-se D. Adelaide. E era má. Muito má. Batia-me tanto. Quando iam lá pessoas importantes, e ela queria mostrar que os alunos já sabiam ler, eu nunca podia. Porque EU já tinha entrado a saber Ler. Dava-me réguadas, puxões de cabelos e de orelhas e estaladas. A ponto de a minha mãe e a minha avó irem lá falar com ela várias vezes. Eu comecei a rejeitar a escola e a dizer que me matava, quando a minha mãe me obrigava a ir. Mas digamos em bom termo, que eu era de facto muito irrqueita. Passava o tempo a falar e a brincar com a minha amiga Luísa (fabixa)... ih ih ih. E ela também apanhava claro. Erámos a dor de cabeça da sala de aulas. Como naquele tempo era permitido aos professores bater nos alunos, era assim que a professora me tentava controlar. Mas eu comecei a insistir que iria deixar de respirar, para morrer e assim deixar de ir às aulas e a minha mãe, resolveu levar-me ao pediatra, que me receitou umas gotas calmantes. Assim aos sete/ oito anos comecei com os benditos calmantes. Contudo as coisas não se resolveram assim. Eu acho que a professora me achou insuportável e resolveu chumbar-me. A minha mãe farta da situação, foi ter com a Directora da escola, a qual observou o meu percurso escolar e ditou que eu transitasse de ano. Quando soube da história toda, mudou-me de professora e eu passei para a 3ª classe com a professora Maria do Céu. E que Céu. Agora que penso nisso, ela era de facto o Céu. Adorei-a. Nunca mais tive problemas deste tipo. Ela deu-me uma fotografia, em que ela estava com um cãozinho castanho. Ainda hoje tenho essa foto. Mas agora que penso nisso tenho que ir procurá-la porque não sei dela.
Bem, mas em relação à Professora Adelaide, eu nunca mais lhe falei. E passava por ela diariamente, mesmo já depois de adulta. Aqui há tempos atrás, a minha mãe disse-me que ela andava à minha procura. E eu disse-lhe logo que não queria conversa com essa Senhora. E por isso nunca a vi. Até hoje...
Hoje foi o funeral da patroa velhinha da minha mãe (A minha mãe começou a trabalhar as manhãs em Janeiro deste ano). E eu fui com a minha mãe, para que ela pudesse ter transporte, pois já se sabe que nestas situações, as pessoas de família não têem muitas condições para pensar em transportes e muito mais. Assim lá fui com a Mel e a avó. Enquanto a minha mãe esteve na missa de corpo presente eu e a Mel fomos ao parque, depois fomos passear e ainda comemos um bolinho as duas. Sim já me aventuro a comer um bolinho. Soube tão bem! Passei de 65 kg para 59 kg - Estou no point!!! E mais importante, sem dores. Bem mas voltando ao assunto, que me trouxe aqui. A Professora Adelaide estava lá no funeral. Eu fiquei à porta do cemitério com a Mel. Quando estavam a sair, a professora olhou para a minha mãe, voltou para trás e perguntou:
- Dona H. ela é que é a Fatinha?
- Sim ela é que é a sua aluna.
- E já tens uma menina?
- Sim e é reguila como eu.
- Tu eras mesmo muito reguila. Não querias aprender a tabuada.
E começamos a falar do meu curso, e do meu percurso. Ela falou dos filhos, da crise económica e disse que estava feliz por me ver assim. Depois acrescentou:
- Sabes, tive que ser assim para ti. Não tinha alternativa. Tu eras rebelde, e tinhas que aprender a matéria. - E ao dizer isto, os olhos ficaram vermelhos, cheios de lágrimas. - Ficaram muito chateadas comigo na altura não foi? (Falamos de há 32 anos atrás!!!!).
- Sim. - Disse a minha mãe. - Ela levou muita tareia.
Eu apenas murmeiro um simples. - Já passou.
Também me comoveu vê-la assim. E toda a raiva ou qualquer outro sentimento que ainda pudesse existir, desapareceu naquele momento. 32 anos depois!!!!!!!!!! E ela andou à minha procura. Tería remorsos? Como é que eu fiquei assim na cabeça dela? Como é que ela ainda se recordava de mim? Porquê? Fui um assunto mal resolvido na sua vida? Bem mais uma ponta do fio que se foi. Pergunto-me porque motivo tenho eu agora estas situações na minha vida. Acho que não tenho mais nenhum assunto mal resolvido neste momento.
Engraçado, porque no caminho a minha mãe disse-me:
- Como estás de exames?
Expliquei-lhe. E ela respondeu:
- Não tens muito tempo, para estudar pois não?
- Não.
- E eu sou uma mãe preguiçosa para ti e para as tuas irmãs. Não as ajudo lá em casa. Nunca as ajudo.
O meu coração deu um baque.
- Ajuda. Ajuda com a Mel. Porque se a mãe não ficasse com ela, como é que eu estudava? Por isso a seu jeito ajuda e muito.
- Sim mas podia ajudar mais. Se não fosse preguiçosa. Ajudaria muito mais.
- Ah esqueça isso. Se estou a conseguir tirar o curso é graças a si e ao pai e ao L. claro. E agradeço por isso.
- Sabes de uma coisa?
- O quê?
- Só peço a Deus que te dê saúde, porque tu tens sido muito sacrificada e espero que a partir de agora consigas fazer tudo o que queres e com muita saúde.
( O meu coração chorou em silêncio. Que lindas palavras. Obrigado mãe. Obrigado vida. Estes momentos de hoje foram de facto interessantes. Não digo que tenha sido coincidência, porque sei que não foi. Por isso... OBRIGADO VIDA.)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Falando por falar
Lembram-se deste meu post?
http://falandodemimaqui.blogspot.com/2008/11/resgate-de-mim.html
Na altura referia-me à minha família, que acusando-me de me afastar deles, também eles na realidade se afastaram de mim. Por isso me sentia assim. Irritada. Porque nunca ousei em dizer nada. Porque ouvia o que me queriam dizer e eu nada dizia. Até aquele momento, em que fartinha, fartinha os encarei e disse tudo o que tinha que dizer. Depois ficaram eles a pensar no que lhes disse. E voilá. As coisas compuseram-se. O meu relacionamento com a minha mãe, sempre foi complicado. Até aquele momento. Tinha tanto desejado ter uma mãe presente, que mostrasse algum afecto. Que fizesse algo por mim, mas algo assim mesmo, que eu visse que estava a fazer porque gostava de mim. E ela já o fez. Assim como a minha irmã, cunhado e sobrinho. E é bom estarmos todos a bem. Mais uma ponta do fio atada.
Às vezes é bom darmos um murro na mesa.
Acontece que agora tenho ido dormir a casa da minha mãe mais vezes. Sinto-me menos sozinha e a Mel também. Além de que é uma grande ajuda em época de exames.
Estou engripada desde segunda. E que gripe. FONIX. Quero ser saudável (como a Mel diz...).
Um dia destes fomos à praia eu e a Mel. E ela andava a apanhar tesouros (conchas). E acreditava de tal forma naquilo, que os seus olhinhos pareciam duas pequenas estrelinhas. Quão feliz foi aquele momento. Quero viver tantos os que a vida me der, e sentir o que senti naquele momento. O meu maior tesouro era aquele momento único, tão meu.
Estas coisas de relacionamento de mãe e filha tem muito que se lhe diga. Penso também que a morte da minha tia, nos trouxe qualquer coisa ao de cimo, que nos fez pensar e repensar. E depois para ajudar, veio esta minha hospitalização que nos fez pensar ainda mais. Por isso acredito que a conjugação destes factores todos, nos trouxe algo de muito mais forte. Mais intenso. Algo que nem sei explicar. 39 anos depois... oiço isto!!!!!!!!! (shiuuuuuuu, vou contar como tudo se passou...)
A minha mãe adora dizer: "Enerva-te não é? Agora já vês o que eu sofri contigo".
Ok. Ok.... É desgastante sim senhora e depois? É a minha filha.
"Só era diferente numa coisa?"
Qual - pergunto eu.
"Eu não era assim tão carinhosa como tu és para ela."
E foi aqui que o meu coração deu um salto. A minha mãe reconheceu que não era muito carinhosa?? E como isso foi importante para mim. Por dois motivos.
1º Porque sempre senti falta do carinho dela.
2º Porque sei que estou a dar carinho à Mel. (sempre soube né?, mas agora parecia que a minha mãe também tinha sentido a falta desse carinho e que até o queria).
"Sabes, gosto muito quando a Mel me vem dar beijinhos e me diz: avozinha és muito quida. Faz-nos sentir tão bem."
Ai faz faz... E eu sempre tive isso com ela e ela comigo.
Digam lá não é maravilhoso?
http://falandodemimaqui.blogspot.com/2008/11/resgate-de-mim.html
Na altura referia-me à minha família, que acusando-me de me afastar deles, também eles na realidade se afastaram de mim. Por isso me sentia assim. Irritada. Porque nunca ousei em dizer nada. Porque ouvia o que me queriam dizer e eu nada dizia. Até aquele momento, em que fartinha, fartinha os encarei e disse tudo o que tinha que dizer. Depois ficaram eles a pensar no que lhes disse. E voilá. As coisas compuseram-se. O meu relacionamento com a minha mãe, sempre foi complicado. Até aquele momento. Tinha tanto desejado ter uma mãe presente, que mostrasse algum afecto. Que fizesse algo por mim, mas algo assim mesmo, que eu visse que estava a fazer porque gostava de mim. E ela já o fez. Assim como a minha irmã, cunhado e sobrinho. E é bom estarmos todos a bem. Mais uma ponta do fio atada.
Às vezes é bom darmos um murro na mesa.
Acontece que agora tenho ido dormir a casa da minha mãe mais vezes. Sinto-me menos sozinha e a Mel também. Além de que é uma grande ajuda em época de exames.
Estou engripada desde segunda. E que gripe. FONIX. Quero ser saudável (como a Mel diz...).
Um dia destes fomos à praia eu e a Mel. E ela andava a apanhar tesouros (conchas). E acreditava de tal forma naquilo, que os seus olhinhos pareciam duas pequenas estrelinhas. Quão feliz foi aquele momento. Quero viver tantos os que a vida me der, e sentir o que senti naquele momento. O meu maior tesouro era aquele momento único, tão meu.
Estas coisas de relacionamento de mãe e filha tem muito que se lhe diga. Penso também que a morte da minha tia, nos trouxe qualquer coisa ao de cimo, que nos fez pensar e repensar. E depois para ajudar, veio esta minha hospitalização que nos fez pensar ainda mais. Por isso acredito que a conjugação destes factores todos, nos trouxe algo de muito mais forte. Mais intenso. Algo que nem sei explicar. 39 anos depois... oiço isto!!!!!!!!! (shiuuuuuuu, vou contar como tudo se passou...)
A minha mãe adora dizer: "Enerva-te não é? Agora já vês o que eu sofri contigo".
Ok. Ok.... É desgastante sim senhora e depois? É a minha filha.
"Só era diferente numa coisa?"
Qual - pergunto eu.
"Eu não era assim tão carinhosa como tu és para ela."
E foi aqui que o meu coração deu um salto. A minha mãe reconheceu que não era muito carinhosa?? E como isso foi importante para mim. Por dois motivos.
1º Porque sempre senti falta do carinho dela.
2º Porque sei que estou a dar carinho à Mel. (sempre soube né?, mas agora parecia que a minha mãe também tinha sentido a falta desse carinho e que até o queria).
"Sabes, gosto muito quando a Mel me vem dar beijinhos e me diz: avozinha és muito quida. Faz-nos sentir tão bem."
Ai faz faz... E eu sempre tive isso com ela e ela comigo.
Digam lá não é maravilhoso?
sábado, 31 de janeiro de 2009
Actualizar
Fui à consulta, para saber informações sobre o episódio de Dezembro. Parece que ficou tudo bem desta vez. FArei novas análises e depois passarei a ter alta.
Depois passei pelo gabinete de utente e fiz a reclamação contra a equipa de enfermagem de Cirurgia geral e pedi que as mesmas tivessem formação continua em Humanização de serviços e referi que eram poucas enfermeiras para o tipo de situação e cuidados. O mesmo também a nível das auxiliares.
Agradeci à Médica que me fez o internamente e depois aos médicos, que após aquele confronto, resolveram a bem a minha situação clinca.
Referi o excelente trabalho realizado pela minha médica de infertlidade (anos 95 a 98), - despois passei para HSM - e à médica que me acompanhou a gravidez (2005), assim como aquela que me fez a cesariana (2005)- neste mesmo hospital. Há muito que o queria ter feito, mas como acreditava que tinha todo o tempo do mundo fui adiando. Agora satisfiz esta minha vontade.
A Mel tem andado muito bem, mas de segunda para terça fez uma reacção alimentar a um alimento que ainda não identificámos: amendoim, chocolate ou ameijoas??
Quando ontem fui à médica mostrar as borbulhas, a médica mostrou-se agradavelmente surpresa pelo vocabulário e pela destreza com que fala.
"Bem Melina tu és uma fala barato muito bem explicada..."
Depois olhou para mim, e eu nada disse. Apenas sorri. LOL
O que interessa é que haja saúde. Muita saúde.
Bj.
Depois passei pelo gabinete de utente e fiz a reclamação contra a equipa de enfermagem de Cirurgia geral e pedi que as mesmas tivessem formação continua em Humanização de serviços e referi que eram poucas enfermeiras para o tipo de situação e cuidados. O mesmo também a nível das auxiliares.
Agradeci à Médica que me fez o internamente e depois aos médicos, que após aquele confronto, resolveram a bem a minha situação clinca.
Referi o excelente trabalho realizado pela minha médica de infertlidade (anos 95 a 98), - despois passei para HSM - e à médica que me acompanhou a gravidez (2005), assim como aquela que me fez a cesariana (2005)- neste mesmo hospital. Há muito que o queria ter feito, mas como acreditava que tinha todo o tempo do mundo fui adiando. Agora satisfiz esta minha vontade.
A Mel tem andado muito bem, mas de segunda para terça fez uma reacção alimentar a um alimento que ainda não identificámos: amendoim, chocolate ou ameijoas??
Quando ontem fui à médica mostrar as borbulhas, a médica mostrou-se agradavelmente surpresa pelo vocabulário e pela destreza com que fala.
"Bem Melina tu és uma fala barato muito bem explicada..."
Depois olhou para mim, e eu nada disse. Apenas sorri. LOL
O que interessa é que haja saúde. Muita saúde.
Bj.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Adeus Sérgio
Adeus Sérgio.
Ainda nem me refiz.
Apenas me pergunto, porquê? Durante os 3 anos que te lidei, eras um jovem agradável, simpático e meigo. Nunca por nunca te imaginei neste desfecho. Perdida em mim, continuará a memória de um jovem sorridente, para o qual a vida era pequena demais.
GNR de Faro mata-se à hora do funeral de militar amiga
JOSÉ MANUEL OLIVEIRA
Olhão. Cabo de 29 anos pôs termo à vida com a arma de serviço
Dois suicídios na Guarda em três dias. Militares eram conterrâneos
Um cabo da GNR de Faro, Sérgio Cananão, de 29 anos, suicidou-se ontem com um tiro na cabeça, utilizando a arma de serviço, com calibre de 7.65 mm. O acto foi cometido na cidade do Olhão, junto ao carro da mãe da vítima, a cerca de dois quilómetros da casa onde vivia.
É o segundo suicídio na GNR registado este ano em apenas três dias. Na segunda-feira, uma militar de 30 anos, com o posto de soldado, também pôs termo à vida com a arma de serviço, na localidade de Alcáçovas (Viana do Alentejo), onde nasceu e trabalhava, integrada no Núcleo de Apoio à Vítima.
Segundo apurou o DN, Sérgio Cananão, que vivia há cerca de um ano com uma enfermeira, em Olhão, suicidou-se por volta das 11.00, após ter saído de serviço. À mesma hora, decorria o funeral da colega e conterrânea. O soldado ingressou na GNR em 2002, e após ter prestado serviço em Évora foi transferido para Faro.
"Era muito sociável, não se lhe conheciam problemas pessoais, familiares nem económicos, e ambicionava progredir na carreira num grau de especialidade ao nível da investigação criminal", contaram ao DN vários companheiros daquele militar. Já outros colegas consideraram "estranho" o facto de se terem suicidado dois elementos da GNR naturais da mesma localidade, admitindo por isso que o sucedido com Sérgio Cananão possa estar relacionado com a sua conterrânea, de quem era amigo.
O "excesso de carga horária" também terá contribuído para aquele desfecho, acrescentaram outros agentes, lembrando as queixas da vítima sobre a dificuldade de se deslocar à terra-natal, onde vivem os pais.
"Falta apoio psicológico na GNR. Existem apenas dois ou três especialistas nesta área", denunciaram. Em 2008 suicidaram-se onze militares da GNR, mais três do que em 2007.
Já o presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda, José Alho, disse ao DN recear que ocorram mais suicídios, sobretudo devido à recente restruturação na Guarda, com "transferências de pessoal e excesso de carga horária", a que se juntam "problemas pessoais e dificuldades financeiras de quem vive longe da família".
Por isso, "é preciso haver muito mais humanidade por parte dos responsáveis", apelou.
url("http://dn.sapo.pt/2009/01/08/cidades/gnr_faro_matase_a_hora_funeral_milit.html")
Paz no teu eterno descanso.
Ainda nem me refiz.
Apenas me pergunto, porquê? Durante os 3 anos que te lidei, eras um jovem agradável, simpático e meigo. Nunca por nunca te imaginei neste desfecho. Perdida em mim, continuará a memória de um jovem sorridente, para o qual a vida era pequena demais.
GNR de Faro mata-se à hora do funeral de militar amiga
JOSÉ MANUEL OLIVEIRA
Olhão. Cabo de 29 anos pôs termo à vida com a arma de serviço
Dois suicídios na Guarda em três dias. Militares eram conterrâneos
Um cabo da GNR de Faro, Sérgio Cananão, de 29 anos, suicidou-se ontem com um tiro na cabeça, utilizando a arma de serviço, com calibre de 7.65 mm. O acto foi cometido na cidade do Olhão, junto ao carro da mãe da vítima, a cerca de dois quilómetros da casa onde vivia.
É o segundo suicídio na GNR registado este ano em apenas três dias. Na segunda-feira, uma militar de 30 anos, com o posto de soldado, também pôs termo à vida com a arma de serviço, na localidade de Alcáçovas (Viana do Alentejo), onde nasceu e trabalhava, integrada no Núcleo de Apoio à Vítima.
Segundo apurou o DN, Sérgio Cananão, que vivia há cerca de um ano com uma enfermeira, em Olhão, suicidou-se por volta das 11.00, após ter saído de serviço. À mesma hora, decorria o funeral da colega e conterrânea. O soldado ingressou na GNR em 2002, e após ter prestado serviço em Évora foi transferido para Faro.
"Era muito sociável, não se lhe conheciam problemas pessoais, familiares nem económicos, e ambicionava progredir na carreira num grau de especialidade ao nível da investigação criminal", contaram ao DN vários companheiros daquele militar. Já outros colegas consideraram "estranho" o facto de se terem suicidado dois elementos da GNR naturais da mesma localidade, admitindo por isso que o sucedido com Sérgio Cananão possa estar relacionado com a sua conterrânea, de quem era amigo.
O "excesso de carga horária" também terá contribuído para aquele desfecho, acrescentaram outros agentes, lembrando as queixas da vítima sobre a dificuldade de se deslocar à terra-natal, onde vivem os pais.
"Falta apoio psicológico na GNR. Existem apenas dois ou três especialistas nesta área", denunciaram. Em 2008 suicidaram-se onze militares da GNR, mais três do que em 2007.
Já o presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda, José Alho, disse ao DN recear que ocorram mais suicídios, sobretudo devido à recente restruturação na Guarda, com "transferências de pessoal e excesso de carga horária", a que se juntam "problemas pessoais e dificuldades financeiras de quem vive longe da família".
Por isso, "é preciso haver muito mais humanidade por parte dos responsáveis", apelou.
url("http://dn.sapo.pt/2009/01/08/cidades/gnr_faro_matase_a_hora_funeral_milit.html")
Paz no teu eterno descanso.
Final do Ano
Finalizei o ano, da melhor maneira.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
Final do Ano
Finalizei o ano, da melhor maneira.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
VIVA.
Estive hospitalizada, 11 dias, com suspeita de pancreatite. Sem beber àgua e sem ingerir qualquer alimento. Só soro. Vim com menos 5 kg!!!! Valeu por isso. LOL.
Fiz um CPRE na clinica de S. António na Reboleira - Amadora. Não acusou nada, o que quis dizer que a pedra que me andava a incomodar à meses, saiu de dia 1 para dia 2.
Estou bem neste momento. Comecei hoje a ingerir alimentos com gordura. Azeite. Sinto que fiquei curada de vez. Graças a Deus começo o ano com saúde. Por momentos pensei que não sobreviviria. Mas cá estou. Os hospitais estão para esquecer. Falta de pessoal e pessoal sem ter a minima preparação de civismo. O que eu lá vi! Quero esquecer, mas ainda hoje tenho pesadelos. Nuns sonho que estou toda amarela, noutros sonho que morri e que a Mel ficou sem mim e eu sem ela. Felizmente que depois lhe dou aquele nosso abraço bem apertadinho. E ela diz que me ama. E como eu a amo. E ao maridão, pois claro.
Contei com a ajuda da minha mãe. Muita ajuda na verdade.
Discuti com a equipa médica. Porque depois de estar oito dias à espera do exame e naquele dia 6 horas de espera, vêem me dizer que o anestesista faltou porque adoeceu!! Pelas contas deles estaria eu mais oito dias sem comer nem beber, ou viria para casa assinando um termo de responsabilidade. Mas... assim que disse que ia registar por escrito a minha reclamação, mandaram-me no dia seguinte para a Reboleira. Obrigado Sr. Dr. Devo-lhe esta.
Bem mas cá estou. Renovada. Corpinho Danone. E super super super bem.
Perdi as avaliações de Dezembro pois claro. Mas ganhei o Natal e o Ano Novo. E como os festejei!!!! E a Melguinha também. E o maridão. Os 3 juntinhos como Deus quer.
Fui ao circo no Ano Novo. Há anos que não ia ao circo. O que me diverti!
Foi bom.
Digamos que terminou quase (mal), mas que iniciou muito bem.
Bj.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Já BASTA sim???
Estou mesmo a passar-me com isto tudo!
Parece um complot contra mim... Não, não acredito muito nisso. Mas que parece, parece.
Há cerca de 4/5 semanas atrás, andei doentissíma, pensava eu ser do sistema nervoso, quando depois de fazer o Exame de CA II e ter reprovado, pois claro, descobri que tinha sido um virus.
Depois foi mais semana com perda de aulas, devido a eu própria ter transmitido o dito à Mel.
Depois na outra semana foi a vez do morzão ser operado e perdi mais uma semana de aulas e mais um exame.
Agora foi a Mel que ficou doente novamente, perdi mais uma semana de aulas, mais um teste e tenho um trabalho que não sei se conseguirei fazer, pois não sei se poderei ir ter com o meu grupo de trabalho, uma vez que o meu sobrinho, que adoeceu ontem com o dito, foi para casa da minha mãe, onde eu ia deixar a Mel, para poder fazer o tal trabalho. Contudo deixar a Mel, juntamente com o primo, não me parece, porque tenho receio que ela fique novamente doente. E de doenças já lhe chegam!!!! Sei que pode apanhar este problema em qualquer sitio, e não é essa a questão. O médico é que me pediu, que evitasse mais contágios e resguardasse a menina.
COM ISTO TUDO...
Tenho passado o semestre entre hospitais, com a familia doente (e isso sim é que me preocupa mesmo muito), pedidos de desculpa aos professores, pedidos de cópias das aulas às colegas (que já nem devem acreditar me tanta desculpa junta...)!!
POR ISSO...
Já CHEGA.
Quero poder terminar o meu curso. Estou farta e cansada de andar de noite (quando posso) a fazer tantos sacríficios, para depois ser impedida de realizar e obter resultados.
Quero ter tempo, disponibilidade para alançar o sucesso nas disciplinas, atingir o objectivo a que me propus e acima de tudo muita saúde para minha família e para mim própria.
Haja alegria :)
Parece um complot contra mim... Não, não acredito muito nisso. Mas que parece, parece.
Há cerca de 4/5 semanas atrás, andei doentissíma, pensava eu ser do sistema nervoso, quando depois de fazer o Exame de CA II e ter reprovado, pois claro, descobri que tinha sido um virus.
Depois foi mais semana com perda de aulas, devido a eu própria ter transmitido o dito à Mel.
Depois na outra semana foi a vez do morzão ser operado e perdi mais uma semana de aulas e mais um exame.
Agora foi a Mel que ficou doente novamente, perdi mais uma semana de aulas, mais um teste e tenho um trabalho que não sei se conseguirei fazer, pois não sei se poderei ir ter com o meu grupo de trabalho, uma vez que o meu sobrinho, que adoeceu ontem com o dito, foi para casa da minha mãe, onde eu ia deixar a Mel, para poder fazer o tal trabalho. Contudo deixar a Mel, juntamente com o primo, não me parece, porque tenho receio que ela fique novamente doente. E de doenças já lhe chegam!!!! Sei que pode apanhar este problema em qualquer sitio, e não é essa a questão. O médico é que me pediu, que evitasse mais contágios e resguardasse a menina.
COM ISTO TUDO...
Tenho passado o semestre entre hospitais, com a familia doente (e isso sim é que me preocupa mesmo muito), pedidos de desculpa aos professores, pedidos de cópias das aulas às colegas (que já nem devem acreditar me tanta desculpa junta...)!!
POR ISSO...
Já CHEGA.
Quero poder terminar o meu curso. Estou farta e cansada de andar de noite (quando posso) a fazer tantos sacríficios, para depois ser impedida de realizar e obter resultados.
Quero ter tempo, disponibilidade para alançar o sucesso nas disciplinas, atingir o objectivo a que me propus e acima de tudo muita saúde para minha família e para mim própria.
Haja alegria :)
domingo, 16 de novembro de 2008
Resgate de mim.
Nestes últimos tempos dei por mim a perguntar-me:
Hey... onde andas? Como ficáste assim? Amorfa, ostrizada, silênciosamente despida de ti?
E heis que me encontro numa qualquer frase escrita aqui do meu livro da vida, transformada em recordações. A jovem destemida. A jovem fortelecida. A mulher exigente. A mulher que ...
Depois veio este silêncio. Este deixar que a vida percorra a estrada da minha vida, por mim, que me limito tão só a segui-la. Já não respondo a provocações. Já nem incomodo com piadas sobre mim. Já...
Será a maturidade da idade que avança e me cobre, despindo-me de sentimentos desnecessários? Ou será apenas, cansaço de lutar constantemente sobre um mundo, que aos poucos me aprisionou?
Será que já nada preciso de provar, porque a mim própria já tudo provei? Ou será porque, estou imensamente cansada e já não desejo responder?
E afinal porque insistimos em nos magoar mutuamente, seja por silêncios, seja por meias palavras, ou por palavras inteiras? Seja por risos, ou sorrisos? Ou serão lágrimas? Não sei. O ser humano, tem esta imensidão de sentimentos. Passamos por tantas transformações. Absorvemos tantos valores. E depois mesclados no nosso ser, ficam emoções nem que sempre se vivem da melhor forma. E há o afastamento. Umas vezes por desinterese. Outras por mágoa, outras por inveja?! se é que este sentimento existe na realidade. Não me identifico muito com ele, e nas minhas amizades também não o sinto vivido. Por isso fiquemos talvez pela essência da vida. Afastamo-nos, porque sim. Porque vivemos vidas próprias com ritmos diferentes. Sentimos necessidades iguais em períodos distintos. E contudo, estamos sempre presentes quando precisamos e precisam de nós. Mas é isso a essencia da verdadeira amizade?
E eu? Onde estou eu? Os meus pedacinhos?
Hoje decidi fazer o resgate de mim. E apercebi-me que ao contrário do que acontecia anteriormente, dou comigo muito mais exigente em relação aos outros e aos seus sentimentos por mim. Apercebi-me que não tenho o dever só de dar, mas também o direito de receber. E acima de tudo, limito-me à minha sinceridade mais sincera. E falo. E exponho. E reclamo. E enfrento. Como outrora o fizera. Sim. Sempre fui directa e ferozmente verdadeira. Até demais. Hoje consigo, penso eu, conciliar estes dois mundos.
Queres de mim? Dá-me também. Não... não. Nada de confusões. Não falo no plano material. Mas no outro transcendente. Naquele carinho sincero. Naquele gesto amigo.
Eu estou aqui. Nem sempre estive aí. Mas hoje... HOJE estou aqui. Para quem me quiser ouvir, para quem me quiser falar. Mas nunca para quem me quiser magoar.
Enfretamos as lides com respeito. Sejamos sinceros. Para quê usar palavras falsas, quando o quotidiano a nós nos mostra a verdadeira essencia de nós?
Mentir? Provocar? Aldrabar??
Para quê? Qual a necessidade de...??
Ontem fui para a Escola Superior a fazer um trabalho em grupo. Inevitavelmente, extrapolámos para outros assuntos. O que fazer quando nos desejam mal? Costuma-se dizer que não acreditamos nelas, mas que las há, las há. Eu dizia... "disparate... quem é que tem interesse em nos desejar mal?"
"Tantas pessoas, diziam elas. " no gozo comigo. :)
"Acham?? Mas isso está resolvido. Quem nos deseja mal, também não deve ter muito interesse, porque depois tudo isso se inverte."
"Como assim?"
"Então segundo esta lógica, desejam-nos mal. A vida começa-nos a correr mal e pronto. Mas quando se deseja mal é porque estamos com sentimentos negativos não é verdade? Então... essa carga negativa também envolve a pessoa que a sente... Por isso a meu ver não tem lógica. Inveja, e desejar mal..."
"Pois, mas..." E lá continuaram...
"Olha sabem que mais, têm que ler aquele livro "O segredo". Eu já o li. E aprendi que ninguém deve desejar mal, ou qualquer outra coisa... mas para compreenderem melhor, leiam o livro :)"
E lá foram as colegas com essa na manga.
Agora sinceramente: desejar mal? inveja?? Não sinto isso nos outros em relação a mim. Nem eu em relação aos outros. Temos por vezes momentos de fraqueza em que eventualmente isso até pode passar nos nossos pensamentos. Mas como já aprendi, recupero depressa a minha forma de estar: quero ser feliz e vou ser feliz. Desejo tudo de bom para mim e para todos os que me rodeiam. Por isso escrevo o que vivo, vivo o que escrevo. Falo o que sinto, sinto o que falo. As minhas palavras a mim pertencem. A minha vida, sou eu que a vivo. As minhas mentiras serei eu que as sinto. Por isso me pergunto, vale a pena mentir? NÃO.
Sinto-me liberta finalmente, porque de mim me livrei. Sinto que posso voar e alcançar o sol, ou apenas o seu raio.
Hoje estou aqui. Sim aqui. Fazendo, alcançando e resgantando-me mim.
Hey... onde andas? Como ficáste assim? Amorfa, ostrizada, silênciosamente despida de ti?
E heis que me encontro numa qualquer frase escrita aqui do meu livro da vida, transformada em recordações. A jovem destemida. A jovem fortelecida. A mulher exigente. A mulher que ...
Depois veio este silêncio. Este deixar que a vida percorra a estrada da minha vida, por mim, que me limito tão só a segui-la. Já não respondo a provocações. Já nem incomodo com piadas sobre mim. Já...
Será a maturidade da idade que avança e me cobre, despindo-me de sentimentos desnecessários? Ou será apenas, cansaço de lutar constantemente sobre um mundo, que aos poucos me aprisionou?
Será que já nada preciso de provar, porque a mim própria já tudo provei? Ou será porque, estou imensamente cansada e já não desejo responder?
E afinal porque insistimos em nos magoar mutuamente, seja por silêncios, seja por meias palavras, ou por palavras inteiras? Seja por risos, ou sorrisos? Ou serão lágrimas? Não sei. O ser humano, tem esta imensidão de sentimentos. Passamos por tantas transformações. Absorvemos tantos valores. E depois mesclados no nosso ser, ficam emoções nem que sempre se vivem da melhor forma. E há o afastamento. Umas vezes por desinterese. Outras por mágoa, outras por inveja?! se é que este sentimento existe na realidade. Não me identifico muito com ele, e nas minhas amizades também não o sinto vivido. Por isso fiquemos talvez pela essência da vida. Afastamo-nos, porque sim. Porque vivemos vidas próprias com ritmos diferentes. Sentimos necessidades iguais em períodos distintos. E contudo, estamos sempre presentes quando precisamos e precisam de nós. Mas é isso a essencia da verdadeira amizade?
E eu? Onde estou eu? Os meus pedacinhos?
Hoje decidi fazer o resgate de mim. E apercebi-me que ao contrário do que acontecia anteriormente, dou comigo muito mais exigente em relação aos outros e aos seus sentimentos por mim. Apercebi-me que não tenho o dever só de dar, mas também o direito de receber. E acima de tudo, limito-me à minha sinceridade mais sincera. E falo. E exponho. E reclamo. E enfrento. Como outrora o fizera. Sim. Sempre fui directa e ferozmente verdadeira. Até demais. Hoje consigo, penso eu, conciliar estes dois mundos.
Queres de mim? Dá-me também. Não... não. Nada de confusões. Não falo no plano material. Mas no outro transcendente. Naquele carinho sincero. Naquele gesto amigo.
Eu estou aqui. Nem sempre estive aí. Mas hoje... HOJE estou aqui. Para quem me quiser ouvir, para quem me quiser falar. Mas nunca para quem me quiser magoar.
Enfretamos as lides com respeito. Sejamos sinceros. Para quê usar palavras falsas, quando o quotidiano a nós nos mostra a verdadeira essencia de nós?
Mentir? Provocar? Aldrabar??
Para quê? Qual a necessidade de...??
Ontem fui para a Escola Superior a fazer um trabalho em grupo. Inevitavelmente, extrapolámos para outros assuntos. O que fazer quando nos desejam mal? Costuma-se dizer que não acreditamos nelas, mas que las há, las há. Eu dizia... "disparate... quem é que tem interesse em nos desejar mal?"
"Tantas pessoas, diziam elas. " no gozo comigo. :)
"Acham?? Mas isso está resolvido. Quem nos deseja mal, também não deve ter muito interesse, porque depois tudo isso se inverte."
"Como assim?"
"Então segundo esta lógica, desejam-nos mal. A vida começa-nos a correr mal e pronto. Mas quando se deseja mal é porque estamos com sentimentos negativos não é verdade? Então... essa carga negativa também envolve a pessoa que a sente... Por isso a meu ver não tem lógica. Inveja, e desejar mal..."
"Pois, mas..." E lá continuaram...
"Olha sabem que mais, têm que ler aquele livro "O segredo". Eu já o li. E aprendi que ninguém deve desejar mal, ou qualquer outra coisa... mas para compreenderem melhor, leiam o livro :)"
E lá foram as colegas com essa na manga.
Agora sinceramente: desejar mal? inveja?? Não sinto isso nos outros em relação a mim. Nem eu em relação aos outros. Temos por vezes momentos de fraqueza em que eventualmente isso até pode passar nos nossos pensamentos. Mas como já aprendi, recupero depressa a minha forma de estar: quero ser feliz e vou ser feliz. Desejo tudo de bom para mim e para todos os que me rodeiam. Por isso escrevo o que vivo, vivo o que escrevo. Falo o que sinto, sinto o que falo. As minhas palavras a mim pertencem. A minha vida, sou eu que a vivo. As minhas mentiras serei eu que as sinto. Por isso me pergunto, vale a pena mentir? NÃO.
Sinto-me liberta finalmente, porque de mim me livrei. Sinto que posso voar e alcançar o sol, ou apenas o seu raio.
Hoje estou aqui. Sim aqui. Fazendo, alcançando e resgantando-me mim.
sábado, 11 de outubro de 2008
Esta crise que não passa...
... mas que vai ter que passar.
Estamos no meio de uma enorme crise. A mais grave dos últimos anos. 20 Acho eu.
E se chegámos aqui, a verdade é que não se sabe para onde vamos. Faz sentido sentirmos medo. Nós o povo depressivo da Europa. Nós os consumidores de medicação para a ansiedade, depressão, etc. Nós que estamos em primeiro lugar de todas as estatísticas piores. Enfim. Mas o incrível é que nós nos estamos a aguentar. Eu acredito que sendo um pequeno país, esta crise financeira terá menores repercussões. Por isso vamos ter calma. O momento é de pânico sim senhor, mas nem para todos. O comum dos mortais, não deve recear perder as suas economias. Este pânico generalisado, deve abranger mais os grandes investidores. Aqueles que tendo titulos de investimento, com grande investimentos. É disso que se trata. O nosso país já afirmou que as poupanças estão salvaguardadas. Por isso calma. Não vamos criar uma situação gigantesca e desproporcionada, tirando todo o nosso capital do banco e descapitalizando os bancos. Isso sim seria CATASTRÓFICO. Vamos ser optimistas. Embora o momento não seja para grandes nem pequenas ilusões. O preço das matérias primas essenciais teve o seu ponto máximo em março deste ano- acho eu, mas neste momento caiu quase para metade, contudo no consumidor final, essa descida não se reflectiu. O preço do pretóleo está sempre a cair, mas no preço do consumidor não se verifica(http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id= 335252) . As taxas de juro do banco central europeu estão a 4,25% (os bancos pagam esta taxa de juro ao BCE), nós pagamos a 5,17% (aos nossos bancos). Isto porque os bancos estão a manter o dinheiro cativo neles próprios e não emprestando a outros bancos, o que faz com que auto-finaciem com o dinheiro que resulta da diferença entre as taxas. OU seja. É tudo nós. Mas há que salientar, que esta não é uma situação vivida só por Portugal. É uma situação em larga escala. O que já fez originar, a possibilidade de o BCE, criar um Decreto Lei, com a intenção de manter taxas fixas (por ex na euribor), fixando estas às verdadeiras % da taxa de referência. Esta situação é única. É dificil de concretizar, mas pode acontecer a qualquer momento. Isto porque o BCE tem duas "obrigações" uma controlar a taxa de juro (que tenta através da subida constante das taxas de juro) e outra é de criar economia (o que não tem acontecido, porque tem sido preterido, pela inflação). É por todas estas situações, ditas de emergência, que estão a obrigar a grandes e dificei soluções, que eu acredito, que apesar de a crise estar aí e até poder demorar a ser controlada, que a mesma irá aos poucos desaparecer, porque neste momento estão todos atentos, a...
nsioliticos,
Estamos no meio de uma enorme crise. A mais grave dos últimos anos. 20 Acho eu.
E se chegámos aqui, a verdade é que não se sabe para onde vamos. Faz sentido sentirmos medo. Nós o povo depressivo da Europa. Nós os consumidores de medicação para a ansiedade, depressão, etc. Nós que estamos em primeiro lugar de todas as estatísticas piores. Enfim. Mas o incrível é que nós nos estamos a aguentar. Eu acredito que sendo um pequeno país, esta crise financeira terá menores repercussões. Por isso vamos ter calma. O momento é de pânico sim senhor, mas nem para todos. O comum dos mortais, não deve recear perder as suas economias. Este pânico generalisado, deve abranger mais os grandes investidores. Aqueles que tendo titulos de investimento, com grande investimentos. É disso que se trata. O nosso país já afirmou que as poupanças estão salvaguardadas. Por isso calma. Não vamos criar uma situação gigantesca e desproporcionada, tirando todo o nosso capital do banco e descapitalizando os bancos. Isso sim seria CATASTRÓFICO. Vamos ser optimistas. Embora o momento não seja para grandes nem pequenas ilusões. O preço das matérias primas essenciais teve o seu ponto máximo em março deste ano- acho eu, mas neste momento caiu quase para metade, contudo no consumidor final, essa descida não se reflectiu. O preço do pretóleo está sempre a cair, mas no preço do consumidor não se verifica(http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id= 335252) . As taxas de juro do banco central europeu estão a 4,25% (os bancos pagam esta taxa de juro ao BCE), nós pagamos a 5,17% (aos nossos bancos). Isto porque os bancos estão a manter o dinheiro cativo neles próprios e não emprestando a outros bancos, o que faz com que auto-finaciem com o dinheiro que resulta da diferença entre as taxas. OU seja. É tudo nós. Mas há que salientar, que esta não é uma situação vivida só por Portugal. É uma situação em larga escala. O que já fez originar, a possibilidade de o BCE, criar um Decreto Lei, com a intenção de manter taxas fixas (por ex na euribor), fixando estas às verdadeiras % da taxa de referência. Esta situação é única. É dificil de concretizar, mas pode acontecer a qualquer momento. Isto porque o BCE tem duas "obrigações" uma controlar a taxa de juro (que tenta através da subida constante das taxas de juro) e outra é de criar economia (o que não tem acontecido, porque tem sido preterido, pela inflação). É por todas estas situações, ditas de emergência, que estão a obrigar a grandes e dificei soluções, que eu acredito, que apesar de a crise estar aí e até poder demorar a ser controlada, que a mesma irá aos poucos desaparecer, porque neste momento estão todos atentos, a...
nsioliticos,
domingo, 5 de outubro de 2008
Ás vezes...
... tudo parece desmoronar.
Ontem tive mais um daqueles telefonemas incómodos. Eu soube assim que o ouvi que as coisas não tinham sido como me contaram. Uma pessoa amiga, de quem gosto muito, tentou partir deste mundo pelas suas próprias mãos. Mãe do Céu. Mais uma. Ficou a pessoa a ser seguida no hospital, claro. Mas que raio de mundo é este? E esta droga desta crise que não passa?? Está a desfazer famílias. Já nem sei o que dizer.
Depois de falar com a pessoa, expliquei-lhe que não se podia dar ao "luxo" de desaperecer assim da nossa vida.Que precisamos dela. Que a f. precisa dela. Mais que ninguém. Depois lá me explicou que a pressão estava a ser demasiada. E como sempre, do fundo do meu coração eu compreendi. Mas não aceitei aquele acto desmedido. Chorámos juntas. Claro que sim.
Ontem também recebi um telefonema da minha sogra a dizer que se estava a sentir, muito sozinha e carente (tinha a tensão a 17/9), mas depois baixou um pouco. Como eu queria estar com ela, pedi-lhe que viesse para perto de nós na nossa casa. Mas ela diz que primeiro tem que ter mais forças e que depois virá. Sei que vira. LOL. Acabámos por rir um bocadinho, que bem precisávamos.
Mas apesar dos apesar, continuo com fé e optimista que os meus dias irão ser infinitamente melhores. Que as páginas que irei virar no livro da minha vida, serão de felicidade e optimismo. Sei que vamos voltar a sorrir todos juntos. Porque o amanhã é infinitamente melhor e muito melhor, que o meu hoje.
F.
Ontem tive mais um daqueles telefonemas incómodos. Eu soube assim que o ouvi que as coisas não tinham sido como me contaram. Uma pessoa amiga, de quem gosto muito, tentou partir deste mundo pelas suas próprias mãos. Mãe do Céu. Mais uma. Ficou a pessoa a ser seguida no hospital, claro. Mas que raio de mundo é este? E esta droga desta crise que não passa?? Está a desfazer famílias. Já nem sei o que dizer.
Depois de falar com a pessoa, expliquei-lhe que não se podia dar ao "luxo" de desaperecer assim da nossa vida.Que precisamos dela. Que a f. precisa dela. Mais que ninguém. Depois lá me explicou que a pressão estava a ser demasiada. E como sempre, do fundo do meu coração eu compreendi. Mas não aceitei aquele acto desmedido. Chorámos juntas. Claro que sim.
Ontem também recebi um telefonema da minha sogra a dizer que se estava a sentir, muito sozinha e carente (tinha a tensão a 17/9), mas depois baixou um pouco. Como eu queria estar com ela, pedi-lhe que viesse para perto de nós na nossa casa. Mas ela diz que primeiro tem que ter mais forças e que depois virá. Sei que vira. LOL. Acabámos por rir um bocadinho, que bem precisávamos.
Mas apesar dos apesar, continuo com fé e optimista que os meus dias irão ser infinitamente melhores. Que as páginas que irei virar no livro da minha vida, serão de felicidade e optimismo. Sei que vamos voltar a sorrir todos juntos. Porque o amanhã é infinitamente melhor e muito melhor, que o meu hoje.
F.
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